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domingo, 3 de agosto de 2014

Rayman Origins




Gênero: Plataforma

Empresa: Ubisoft

Lançamento: 15 de Novembro de 2011

Plataformas: PC, Ps3, Xbox 360, Wii, PsVita e 3DS

Testei no: Playstation 3

Número de Jogadores: 1 a 4




  Alguns não sabem, mas Rayman começou em 2D, e só depois surgiram os jogos em 3D do personagem. Foi então que, em 2011, a Ubisoft resolveu voltar as origens da série com Rayman Origins; será que foi a coisa certa a se fazer?


  A história mostra Rayman e seus amigos em busca dos Electoons (as bolinhas rosas), presos pelos inimigos do jogo. Enfim, basicamente salvar o mundo. Mas o foco aqui mesmo é a jogabilidade!

  A Jogabilidade inclusive é excelente, e isso é ótimo porque esse jogo não é algo que possa se chamar de fácil (afinal, jogo difícil com jogabilidade ruim é motivo pra jogar o controle na parede). Conforme vamos avançando no game, pegamos certas habilidades que irão melhorar ainda mais o gameplay, como bater, correr, planar, etc. Em certas partes, só é possível passar com movimentos bem complicados de executar (correr, saltar, planar, saltar de novo, etc..) e você pode passar horas preso em um único lugar. Realmente a dificuldade desse jogo não é nada tranquila.


  E o que dizer dos Gráficos? Outro ponto extremamente forte de Rayman Origins. A direção de arte desse jogo é magnífica, com cenários lindos de se ver. O aspecto louco e animado dos inimigos e suas reações trazem uma identidade única ao jogo.

  As músicas são do tipo viciantes, que você ouve e demora tempos até ela sair da cabeça, outro ponto extremamente positivo desse grande jogo.


  Uma coisa que eu não disse é que, além de Rayman, podemos controlar Globox e os Teensies, e com isso podemos jogar com até 4 jogadores simultâneos, algo bem divertido. Infelizmente não há opção on-line.


  Não há outros modos além da história, mas há muito a se fazer além de simplismente "passar fases", como coletar todos os dentes diamantes dos tesouros, salvar todos os Electoons, etc. No geral o game lhe trará um bom tempo de diversão.


Nota: 10
Simplismente não consigo achar defeitos nesse game que me façam dar uma nota menor que 10. Se você gosta de jogos de plataforma mas não pegou Rayman Origins... PEGUE LOGO!! Ora...
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Personagens:
- Rayman
- Globox
- Teensies
- Betilla
- Helena
- Edith
- Holly
- Annetta
- Big Mama
- The Magician

Gameplay:

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Até a próxima!

domingo, 13 de julho de 2014

Sly 2: Band of Thieves



Gênero: Aventura / Plataforma e Stealth

Empresa: Sucker Punch Productions / Sanzaru Games

Lançamento: 14 de Setembro de 2004

Plataforma: PS2

Testei no: PS3 (Versão HD)

Número de Jogadores: 1





  Depois de um considerável sucesso do primeiro jogo, a Sucker Punch resolve trazer uma sequencia para Sly Cooper. E é ai que a série começa a criar sua própria identidade...


  A história basicamente mostra a Gangue Cooper tentando recuperar as peças de Clockwerk (vilão do primeiro jogo) que foram roubadas por outros membros da Gangue Klaww. Além disso, Sly e seus parceiros também terão de lidar com Carmelita, que sempre está no seu pé tentando prende-lo, e sua nova parceira, Neyla. No geral a história e bem superior a do primeiro jogo.


  A jogabilidade melhorou bem, e o modo como nós vamos para as missões foi mudado. Agora temos um cenário vasto com certos pontos que mandam você para as missões, e dependendo de cada missão você deverá ir com Sly, Bentley ou Murray (agora jogáveis). Essas missões são preparações para a missão final do cenário, onde o real plano é executado.

 Enquanto Sly tem a jogabilidade meio stealth parecida com a do primeiro game, Bentley é mais lento e usa seus dardos para atacar; enquanto Murray usa sua grande força.

  No esconderijo, onde podemos trocar de personagem, podemos também comprar habilidades novas para os três membros da gangue, o que melhora ainda mais a jogabilidade. As garrafas do primeiro jogo também voltaram, e desta vez estão espalhadas pelo cenário e não dentro das missões. Ao coletar todas é só ir ao cofre e pegar a habilidade.


  Os gráficos, que são em cel-shading, são bonitos pra época, e melhoraram consideravelmente bem em relação ao primeiro (principalmente expressões faciais). Os cenários são bem variados, e a trilha sonora melhorou bastante. Os personagens inseridos aqui também são bem legais, e são bem mais marcantes que o do primeiro (hoje em dia ninguém lembra mais do Sir Raleigh, mas do Jean Bison todos lembram!).


  O tempo que você vai passar terminado todas as missões e pegando todas as garrafas lhe dará muitas horas de jogo.


Nota: 9,5
Considerado por muitos o melhor da série (embora eu prefira o 3), Sly 2 conseguiu criar a identidade da série e firmá-la como um dos grandes exclusivos da Sony. Em breve, Sly 3 aqui no blog...
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Curiosidades sobre o jogo:
Uma versão em HD da trilogia do Ps2 foi lançada para Ps3 e PsVita.

Personagens:
- Sly Cooper
- Bentley
- Murray
- Carmelita
- Neyla
- Dimitri
- Rejan
- Contessa
- Jean Bison
- Arpeggio

Gameplay:

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Até a próxima!

domingo, 22 de junho de 2014

Portal



Gênero: Puzzle / Platforma / 1ª pessoa

Empresa: Valve Corporation

Lançamento: 9 de Outubro de 2007

Plataforma: PC, OS X, Linux, Ps3, Xbox 360 e Android

Testei no: PC

Número de Jogadores: 1





  Portal, desenvolvido pela grande Valve, é um dos jogos mais geniais que eu já joguei em toda minha vida, sem exagero. Pois é, de começo já digo que Portal vale cada centavo, nem é preciso ver meus argumentos ou a nota que eu vou dar, mas já que estamos aqui, vamos logo ao review...


  Basicamente, Portal começa com a personagem principal acordando no laboratório de testes Aperture sem saber quem é e o que faz ali, e então uma voz começa a lhe guiar para uma série de testes. Pouco depois você consegue uma arma capaz de criar portais em paredes brancas, sendo uma arma muito útil para passar testes futuros. Não dá pra falar muito porque pode comprometer a experiência do jogador.


  A jogabilidade de Portal é semelhante a de outros jogos da Valve, como Half-Life. Temos uma jogabilidade em 1ª pessoa em que podemos pular, segurar certos objetos do cenário (alguns sendo importantes para cumprir os testes, como os cubos), correr e abaixar. O foco aqui é cumprir os diversos testes, e é cada um mais criativo que o outro. Para cumpri-los, você deverá usar da sua inteligência e de todos os objetos disponíveis no cenário, principalmente A Portal Gun. Essa arma é capaz de disparar um portal azul e um laranja (em certos lugares), e com isso você pode entrar em um dos portais e sair no outro. Dependendo de onde você colocou esses portais, você poderá se impulsionar e isso o ajudará a cumprir testes.


  Os gráficos são muito bons, e o cenário branco "futurista" traz uma atmosfera ótima pro game. A trilha sonora também é excelente, e a dublagem da GlaDOS (que é a única personagem que fala no jogo) é SENSACIONAL! E isso fez de GlaDOS uma das personagens mais marcantes da história dos video-games. No geral, Portal consegue trazer ao jogador uma experiência que nenhum outro jogo havia conseguido antes.


  Com isso, chegamos ao que pra mim é o único defeito do jogo: ele é curto pra cacete. Apesar do tempo que você terá pra resolver cada Puzzle, isso não será o suficiente pra prolongar mais a vida do game, uma pena.


Nota: 9,5
Portal é um game indispensável pra qualquer pessoa, e apesar de curto, vale cada segundo jogando esse que é um dos melhores jogos de todos os tempos. E olhe que nem cheguei em Portal 2...

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Curiosidades sobre o jogo:
. Portal está incluído no pacote The Orange Box.
. GlaDOS foi colocada como 1ª colocada no "TOP 100 Vilões" da IGN.
. Portal ganhou diversos prêmios de diversos sites, inclusive de jogo do ano em 2007.

Gameplay:

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Até a próxima!

domingo, 1 de junho de 2014

Crash Mind Over Mutant



Gênero: Aventura / Plataforma

Empresa: Activision / Radical Entertainment

Lançamento: 7 de Outubro de 2008

Plataforma: PS2, PSP, Xbox 360 e Wii (e uma versão de DS)

Testei no: PlayStation 2

Número de Jogadores: 1 a 2




  Pois é, então chegamos ao último game da série Crash lançado para consoles, Mind Over Mutant. Depois da mudança Radical da Radical em Crash of the Titans (entendeu a piadinha? hehe.. ehh.. ok.), Crash acabou ficando nesse estilo em MoM. Será que melhorou, piorou ou ficou na mesma?


  A história se passa depois de Titans, onde o Doutor N.Cortex volta a se unir com seu antigo parceirto de Crash 1, Nitrus Brio, e juntos constroem uma máquina capaz de controlar os habitantes das ilhas wumpa, principalmente os Bandicoots protagonistas. Com o plano executado, Coco e Crunch acabam sendo controlados pelos vilões, mas por sorte Crash não é afetado. A nova missão do marsupial, então, é salvar seus amigos e deter mais um plano malígno de Cortex.


  A jogabilidade é praticamente a mesma de Crash of the Titans, com poucas melhorias nos movimentos. Temos golpes, esquivas, ataques usando o Aku-Aku e vários combos. Uma adição legal é que, ao salvá-la, podemos controlar Coco; porém nas versões de Ps2 e PSP isso não é possível, e no lugar temos (assim como em Titans) o Carbon Crash... ¬¬

  Além dos inimigos pequenos que já tinham no Titans e retornam nesse game, obviamente os Titans (agora chamados de mutants) também retornaram para serem montados pelo Bandicoot; e um adicional interessante é que podemos "guardar" um mutante enquanto estiver usando outro, e caso perdermos um temos o outro.


Os gráficos melhoraram significamente em relação ao Titans, embora os dois jogos se pareçam bastante. Um diferencial de Mind over Mutant são as cutcenes, que são cada uma diferente da outra (em cada cutcene temos uma animação em estilo diferente, desde desenhos mais cartunescos, desenhos mais puxados para animes ou até fantoches). Sinceramente as cenas ficaram bem interessantes, eu curti.
  Os cenários são diversos. Temos desde as tradicionais paisagens de florestas, como também cenários no gelo e até no lixão. A trilha sonora é boa, mas nada que chege perto do que era a trilha sonora da série antes da Radical Entertanment por as mãos nela.

  Voltando a jogabilidade, tem um contra que atrapalha bastante a jogatina: a Camera. Assim como em Crash of the Titans, a camera aqui é estática, não gira, e como Mind over Mutant é em mundo aberto, há partes em que devemos voltar pelo caminho que fizemos, e é realmente um saco essas partes, a câmera realmente não ajuda e devemos andar contra ela. Isso de andar contra a câmera já existia nos primeiros jogos da série, nas famosas fases da pedra, mas a diferênça é que, apesar de difíceis, as fases da pedra eram divertidas. Crash Mind tem um bom tempo de duração, além de vários bonecos secrets para coletar.


  Enfim, depois desse Crash não tivemos mais nada, a não ser alguns títulos que acabaram sendo cancelados (como Crash Landed e um novo CTR). Então, a pergunta que nós, fãs de Crash, fazemos é: Quando teremos Crash de volta?


Nota: 8,0
Crash Mind over Mutant é um bom game, mas é apenas um Titans melhorado, e como um jogo de Crash ainda deixa a desejar. Enfim, vale a pena dar uma conferida , até porque não sabemos quando o nosso bom e velho Bandicoot irá voltar! :-/
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Personagens:
- Crash Bandicoot
- Coco Bandicoot
- Crunch Bandicoot
- Neo Cortex
- Nitrus Brio
- N-Gin
- Nina Cortex
- Aku-Aku
- Uka-Uka

Gameplay:

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 Até a próxima!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Mortal Kombat vs DC Universe



Gênero: Luta

Empresa: Midway

Lançamento: 16 de Novembro de 2008

Plataforma: Ps3 e Xbox 360

Testei no: Playstation 3

Número de Jogadores: 1 a 2


  Quando anunciado, a idéia de unir o sangrento mundo de Mortal Kombat com o universo da DC Comics parecia algo absurdo, que não dava pra dar certo. Então, em 2008, o jogo foi lançado... será que deu certo?


  A história começa com Shao Kahn falhando em mais uma tentativa de fundir Earthrealm com Outworld, e ao Raiden usar seu poder relâmpago em Shao Kahn, o vilão é jogado para um portal aberto atrás dele, e esse choque o explode. Na mesma hora, em Metropolis, Superman derrota Darkseid, e o mesmo acontece a ele quando tenta escapar através de um portal fantasma e Superman o para com seu laser. Porém, ambas as explosões não mataram os vilões, mas sim os fundiu em um só ser, Dark Kahn. Com isso, os dois universos também começam a se fundir um com o outro, e uma força misteriosa chamada "Rage Kombat" começa a se espalhar através dos guerreiros de ambos universos. Obviamente, Dark Kahn está por traz dessa energia maligna, e através do Rage, Dark Kahn faz com que os guerreiros de MK e os Heróis e vilões da DC lutem entre si, gerando um caos total, e cabe a eles tentar parar esse ser terrível.

  A História é ótima, e o jeito que eles unem dois universos que de início pareciam impossíveis de unir é excelente. Uma coisa bem legal é que temos de jogar a história duas vezes, uma pelo ponto de vista dos personagens de MK e outra na visão dos heróis e vilões da DC.


  A jogabilidade lembra os games de jogabilidade 3D anteriores a este (Deadly Alliance, Armagedom, etc) mas também pega um pouco de jogabilidade 2D; alguns combos que só poeriam ser feitos com uma jogabilidade 2D são possíveis de se fazer aqui.
  Há vários tipos de combinações e ataques para cada personagem. Batman, por exemplo, pode usar seu Batarangue reverso, enquanto Scorpion pode usar seu famoso teletransporte apelão.
  No geral não há muitas mudanças na jogabilidade em relação aos anteriores, a não ser pelos "mini-games" que podem ocorrer no meio da luta. Por exemplo, se um personagem der um golpe no outro perto do precipício e fizer ele cair, eles cairão juntos se expancando. Quem bater mais pode ter a chance de ativar um "special" simples. Também há outros, como um em que o oponente agarra o outro para bater e então o atingido deve conseguir pressionar o mesmo botãopara se livrar. Alguns desses mini-games (principalmente esse último) me lembram a série DBZ Budokai.

  Uma coisa que para mim é um contra do game é o N° de personagens...

  CACETE, SÓ 22 PERSONAGENS? Sério, nesse ponto a série MK tem um vasto número de lutadores icônicos, e o que falar do N° de personagens da DC? Nem há o que falar. Em um jogo crossover, na minha opinião, deve haver um vasto número de personagens, pois um encontro desses é algo bem raro. E cara, sem Johnny Cage? Sem Kung Lao? Sem Taven? (tá, esse último ninguém se importa). Mas enfim, poderiam ter melhorado esse elenco.


  E então chegamos no ponto mais criticado desse jogo: Os Fatalities!

  Eh, os fatalities são realmente decepcionantes, afinal a DC provavelmente não gostaria de ver seus personagens sendo decepados e com os orgãos internos a mostra. Maaas... esses fatalities não deixam de ser interessantes... pelo menos alguns... a minoria mas, é alguma coisa, né? ¬¬
  Os personagens de MK e vilões da DC usam Fatalities, enquanto os heróis da DC usam Heroic Brutalities (que deixam claro que não matam o oponente). Os fatalities mais violentos do game são um do Scorpion (o segundo dele, se não me engano), e um do Raiden, onde em ambos o inimigo vira esqueleto. São bons fatalities.

  E sinceramente? Fatalities decepcionantes não é motivo pra não dar uma chance ao jogo.


  Os gráficos são muito bons, mas alguns personagens (principalmente as mulheres, como a Sonya e a Wonder Woman) tem a aparência muito estranha, as vezes com características muito masculinas. Uma coisa muito bem feita e que foi aprimorada no MK seguinte é os ferimentos e as roupas rasgadas dos personagens conforme a luta acontece.
  As músicas do game são interessantes, embora nada marcantes. (Rimou!)

  A dublagem não é nada mal. Além do modo história, há o modo arcade om os finais de cada personagem, clássico da série e da maioria dos jogos de luta. Além disso tem o modo 2-Players e o Multiplayer Online.
  No geral, MK vs DC vale sim a pena e, apesar de não chegar perto da qualidade dos mais recentes Mortal Kombat (2011) e Injustice (2013), é um bom jogo!


Nota: 8,0
MK vs DC é um bom crossover, que infelizmente foi desprezado por muita gente só por não ter fatalities sangrentos ou sangue por todo lado, mas apesar de tudo, se você estiver a procura de um jogo de luta e já tiver jogado MK, Injustice ou outro título grande da atualidade, dê uma chance a esse game! ;-)

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Curiosidades sobre o jogo:
. Um dos fatalities de Joker foi aproveitado no mais recente Mortal Kombat (2011), se tornando um fatality de Shang Tsung.
. Scorpion volta a enfrentar os personagens da DC em Injustice, onde aparece como um personagem DLC.

Personagens:
MK:
- Scorpion
- Sub-Zero
- Raiden
- Kitana
- Liu Kang
- Sonya
- Jax
- Shang Tsung
- Kano
- Baraka
- Shao Kahn
DC:
- Superman
- Batman
- Green Lantern
- Wonder Woman
- The Flash
- Lex Luthor
- Captain Marvel
- Deathstroke
- The Joker
- Catwoman
- Darkside
Vilão:
- Dark Kahn

Gameplay:

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Até a próxima!

domingo, 20 de abril de 2014

Pac-Man World: 20th Anniversary



Gênero: Aventura / Plataforma

Empresa: Namco

Lançamento: 30 de setembro de 1999

Plataforma: Playstation

Número de Jogadores: 1





  A clássica série Pac-Man tem várias versões diferentes lançadas ao longo dos anos, e a que eu vou falar hoje é para mim o melhor jogo da série que eu já joguei até hoje: Pac Man World.


  A história começa com vários amigos de Pac Man se dirigindo a casa do protagonsta, pois é o aniversário de 20 anos dele (e na época fazia 20 anos desde o lançamento do Pac man clássico de fliperamas). Porém, todos os amigos são raptados misteriosamente, e ao chegar, Pac descobre que quem fez isso foi Toc Man. Pac-Man então deve ir á ilha do vilão e salvar seus amigos.


  A jogabilidade é excelente, é segue um padrão dos jogos de plataforma 3D da época. Pac-Man pode pular, correr, nadar, e pode pegar as frutas e "bolinhas" pelo cenário, assim como no game clássico. Algumas frutas são necessárias para passar o nível, pois abrem portas que muitas vezes são importantes. Existem as bolinhas comuns e as brilhantes que, assim como no Pac-Man clássico, servem para engolir os fantasmas. O game é relativamente difícil, com muitos desafios pelo cenário, mas com o tempo dá para se acostumar e passar facilmente os stages.


  Os gráficos são bem coloridos e mostram um belo ambiente, ótimos para a época. Os cenários variam de praias de piratas a até parques de diversão, e os inimigos que serão encontrados em cada cenários serão únicos. Os Bosses (ou chefes, ou mestres, sei lá) também são bem interessantes. Há certas partes bem interessantes no meio das fases em que há labirintos com fantasmas e bolinhas, relembrando os games clássciso da série.

  As músicas são sensacionais, a trilha sonora desse jogo é realmente boa. A dublagem não dá pra avaliar porque praticamente não tem, pois são poucas as falas (o único personagem que realmente fala é Toc-Man).


  A duração do jogo é boa, irá durar por um bom tempo para quem está começando agora. Além do modo história, há o modo Maze, onde a propósta é a mesma do jogo clássico (pegar todas as bolinhas do lanbirinto sem ser pego pelos fantasmas); e há o modo Classic onde é possível jogar o jogo clássico "Pac-Man".  No fim das contas, não consigo ver defeitos nesse game, e por isso não consigo dar outra nota que não seja...

Nota: 10
Pac-Man World é sem dúvidas um dos melhores jogos de plataforma 3D dos Ps1, e quem tem curiosidade recomendo baixar no emulador e jogar, pois vale a pena!

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Curiosidades sobre o jogo:
. Se você não pegar todas as chaves e usá-las para abrir as gaiolas com os amigos presos, a última fase (final boss) não será aberta
. O amigo Pooka é um personágem originário do jogo Dig Dug, de Arcade.
. O Boss do espaço "King Galaxian" é originário do jogo Galaxian, de Arcade.

Personagens:
- Pac Man
- Ms. Pac Man
- Pac Jr.
- Pac Baby
- Chomp-Chomp
- Professor Pac
- Pooka
- Toc Man

Gameplay:
 
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Até a próxima

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Sly Cooper and the Thievius Raccoonus



Gênero: Aventura / Plataforma e Stealth

Empresa: Sucker Punch Productions

Lançamento: 23 de Setembro de 2002

Plataforma: Playstation 2

Testei no: Ps3 (Versão HD)

Número de Jogadores: 1






  Sly Cooper é uma série que nasceu no Ps2, mas que eu deixei passar. E então, com uma versão em HD da trilogia do Ps2 lançada para Ps3 (e futuramente para Vita), eu resolvi adquirir e me surpreendi. Trarei reviews dos três jogos da série, e quando jogar o 4° jogo "Thieves in Time" eu trarei review aqui também. Mas vamos começar hoje com o primeiro da série!


  "Sly Cooper and the Thievius Raccoonus" conta a história do grande ladrão Sly-Cooper e sua gangue, composta por seus amigos Bentley e Murray. A gangue deve recuperar as páginas roubadas do Thievius Raccoonus", livro escrito por todos os ancestrais de Sly, ensinando todas as habilidades que um membro da família Cooper deve ter. Esse livro foi roubado do pai de Sly quando o protagonista era apenas uma criança; quem roubou foi o grupo conhecido como "Os cinco diabólicos", que são liderados pela ave robôtica "Clockwerk". Eles então matam o pai de Sly e roubam o livro, dividindo as páginas entre eles. Após isso, Sly vai para o orfanato e conhece Bentley e Murray, onde se tornam grandes amigos e foram a gangue principal do jogo. Após anos, Sly está finalmente pronto para ir atrás dos assassinos de seu pai e recuperar o Thievius Racoonus, e ainda ter de lidar com a inspetora Carmelita Fox, que tenta prender Cooper a todo custo.


  De início, pude perceber que Sly-Cooper seguia um estilo parecido com o de jogos como Crash Bandicoot, o que é ótimo (pra quem não sabe, Crash é minha série favorita); no game temos capítulos ou "grupos" de fases, sendo que em cada um temos várias fases para passar até chegar ao vilão da área; é um sistema bem parecido com as Warp Room de Crash 2 e 3. Nas fases Sly deve passar por vários obstáculos e inimigos, como é em qualquer jogo do gênero, e você conta com várias habilidades para isso. Além dos básicos "andar, pular e atacar", Sly pode andar sobre cabos, se pendurar em argolas, e usar várias outras técnicas e movimentos de luta que podem ser conseguidos no decorrer da aventura.


 No geral a jogabilidade é boa, embora confusa em certas partes. Ah, além das fases comuns de plataforma, também há outros tipos de fases, como a que onde controlamos uma mira que Sly controla para limpar o caminho e permitir que Murray chegue a chave objetivo.

  Os gráficos puxam ou pouco para o ''cel shading'', o que faz o jogo ter uma aparência bonita para a época. Os cenários variam de cidades noturnas como París a até florestas e montanhas de neve na China. A trilha sonora é muito boa, o mesmo para a dublagem.


  A duração do game não é tanta, mas é o suficiente para divertir qualquer fã do gênero. E não há outros modos além da história, mas você pode ganhar mais tempo com o jogo indo atrás de coisas como os cofres que ficam nas fases.


Nota: 8,5
Sly Cooper parece de início ser só mais um entre vários games desse estilo, mas jogando um pouco mais percebe-se que ele tem sua identidade própria; identidade essa que se marcou ainda mais na série a partir do jogo seguinte. Mas isso fica para outro Review!
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Personagens:
- Sly Cooper
- Bentley
- Murray
- Carmelita Fox
- Sir Raleigh
- Muggshot
- Mz.Ruby
- Panda King
- Clockwerk

Gameplay:

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Até a próxima!

sexta-feira, 14 de março de 2014

Resident Evil 5



Gênero: Ação / Tiro em terceira pessoa

Empresa: Capcom

Lançamento: 5 de Março de 2009

Plataforma: PC, Ps3 e Xbox 360

Testei no: Ps3

Número de Jogadores: 1 a 2




   Depois da grande mudança que a série Resident Evil sofreu em RE4, que por sinal foi um grande sucesso, todos aguardavam o que iria por vir na próxima sequencia. E então é lançado Resident Evil 5 para Ps3, Xbox 360, e pouco tempo depois para os PCs.


  Chris Redfield, agora trabalhando na B.S.A.A., vai para áfrica com a missão de capturar o contrabandista de bio-armas Ricardo Irving e investigar acontecimentos semelhantes ao que Leon passou em RE4. Nessa missão ele tem a ajuda de Sheva Alomar, agente da B.S.A.A da áfrica, e descobrirá várias coisas que mudarão o rumo dessa missão, como o caso do vírus Uroboros, que transformou os habitantes da vila Kijuju em Majinis, seres semelhantes aos Ganados de RE4. No geral, a história não é tão boa quanto foi em outros jogos da série, mas é interessante sim.


  A jogabilidade é parecida com o que foi estabelecido em RE4, com a camera posicionada atrás do personagem. A diferença é que agora no jogo INTEIRO você tem uma parceira te acompanhando (nesse caso a Sheva), o que adiciona no game um modo coop on-line e off-line, e também tira a única chance de ter alguma parte de terror no game. Sim, RE5 não tem terror algum!

  Os inimigos (Majinis) são ainda mais espertos que os Ganados de RE4. Melhor tomar cuidado com esses malucos. O arsenal do game é, como sempre, cheio de tipos de armas diferentes, e também existem as hervas e sprays para cura como de costume na série. A munição é compartilhada com Sheva, e como ela não é muito esperta (a inteligência artificial, não a personagem), a coitada acaba virando uma personagem extremamente irritante.


  Os gráficos são muito bons, mesmo para hoje em dia. O clima, com a iluminação do sol, retrata muito bem o continente africano. A trilha sonora é boa também, não tão marcante quanto as de jogos anteriores, mas não deixa a desejar. E a dublagem também é ótima!

  A história do game tem uma boa duração, e juntando com o modo extra The Mercenaries e visto que RE5 pode trazer bastante horas de jogatina. Porém, como eu disse, não há mais terror no game, e se você procura um Survival Horror no estilo dos REs antigos, RE5 não é pra você!

  Mas para um Third Person Shooter esse game pode pode ser bem divertido sim!


Resident Evil 5: Gold Edition: Anos depois, a Capcom lançou uma versão Gold de RE5, incluíndo todos os modos DLCs lançados depois. As DLCs são...
Lost in Nightmares: Missão ocorrida antes dos acontecimentos de RE5, onde Chris e Jill invadem a mansão Spencer. O modo lembra um pouco os Resident Evil antigos, e a mansão Spencer é bem parecida com a mansão de RE1.
- Desperate Escape: Modo protagonizado por Jill e Josh, onde eles devem chegar no local onde Chris e Sheva estão lutando com Wesker.
- The Mercenaries Reunion: Parecido com o modo Mercenaries normal, mas com mais personagens jogáveis (inclusive os clássicos Rebecca Chambers e Barry Burton).
- E outras DLCs mais simples.

  E a nota para Resident Evil 5 é...


Nota: 9,0
Resident Evil 5 é um ótimo game, mas infelizmente a partir daí a série começou a perder suas origens, e muitas críticas negativas a série começariam a vir.

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Curiosidades sobre o jogo:
. O game, quando anunciado, recebeu críticas de racismo, por conta dos inimigos serem em sua maioria negros. Acho que o cara não percebeu que o game se passa na áfrica ¬¬
. É possível jogar com a Sheva depois de se terminar o jogo pela primeira vez.

Personagens:
- Chris Redfield
- Sheva Alomar
- Jill Valentine
- Josh Stone
- Ricardo Irving
- Excella Gionne
- Albert Wesker

Gameplay:

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Até a próxima!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Marvel vs Capcom 3: Fate of Two Worlds



Gênero: Luta

Empresa: Capcom

Lançamento: 17 de fevereiro de 2011

Plataforma: Playstation 3 e Xbox 360

Testei no: Ps3

Número de Jogadores:  1 a 2





  Depois do sucesso dos dois jogos anteriores da série, muitos anos depois a Capcom resolve lançar Marvel vs Capcom 3. Será que a qualidade que a série sempre teve continuou nesse terceiro título?


  O game, assim como nos antecessores, não tem uma história muito elaborada, apenas uma justificativa dos acontecimentos. Doctor Doom e Wesker se unem para dominar os mundos da Marvel e da Capcom, porém isso acaba despertando Galactor. Com isso, cabe aos heróis dos dois mundos unirem forças para deterem o gigante vilão.

  A Jogabilidade de MvsC3 leva o estilo dos antecessores, aquela jogabilidade rápida de sempre, com chutes, socos, e especiais ainda mais brilhantes que os dos jogos anteriores. E é claro, ALTOS COMBOS!
  Cada personagem tem seu estilo  equilíbrio de poder. Sentinel por exemplo se move lentamente e dá socos que tiram um belo dano, enquanto Phoenix usa seus poderes de fogo extremamente apelões, apesar de morrer com poucos golpes por ser "fraca". Aliás, o N° de personagens é bem baixo se comparar ao segundo jogo da série; e a ausência de personagens como Megaman e Cyclops é algo bem lamentável.


  Os gráficos estão bem bonitos e coloridos, lembrando os quadrinhos. Os especiais, como eu disse antes, brilham o dobro do que brilhavam nos jogos anteriores, não sei como alguém não tem ataque epilético com essa doideira (o episódio do Pokemon era menos agitado). Mas é um estilo muito legal que combinou perfeitamente com a série, se tratando de um game com personagens da Marvel.

  As músicas do game são ótimas. Assim como em MvsC1, cada personagem tem seu tema (e não como em MvsC2 onde a trilha sonora toda era composta por Jazz). Os temas dos personagens de MvsC3 em sua maioria são remixes de temas antigos deles, como o do Spider Man, que é o tema dele no MvsC1 só que remixado; enquanto o tema de Wesker é o mesmo tema dele em RE5, mas remixado.


  Além do modo principal onde se deve terminar o game com cada um dos personagens, assim habilitando os finais de cada um, existe o modo versus (2-players), e o modo online.
  A duração do Jogo é boa, e traz bastante horas de jogatina, principalmente pra quem já era fã da série. Porém, mais ou menos um ano depois do lançamento do game, a Capcom anuncia...


Ultimate Marvel vs Capcom 3:
  Quem comprou MvsC3 foi trollado pela Capcom, que acaba lançando um ano depois uma versão ultimate com novos personagens, cenários e o modo Heroes e Heralds. Esse novo modo deixa você poder escolher o controle dos "heróis" (os personagens do game em forma padrão) e dos "controlados por Galactus" (os personagens do game, mas de forma metálica, que ajudam Galactus na batalha final). Enquanto os primeiros devem conquistar os cenários do game para o bem, os segundos devem conquistar esses mesmos cenários para Galactus. Não há diferença de poder entre os dois estilos, o que define são os cards, que você habilita no decorrer do próprio modo Heroes e Heralds. Alguns cards lhe dão melhor defesa, outros possibilidade de tirar mais dano, etc. Esse modo foi uma excelente adição, e traz ainda mais horas de jogatina para o game. Porém, se você já tiver comprado a primeira versão do game, não acho que valha a pena pegar essa também, pois são poucas mudanças  e a Capcom adora ferrar com a gente. ¬¬


Nota: 9,0
Marvel vs Capcom 3 é sim tão bom quanto os jogos anteriores da série, mas coisas como a falta de alguns personagens e a sacanagem da Capcom com a versão Ultimate fazem o game perder a nota máxima no Review. Mas se vale a pena jogar? Lógico que sim!
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Personagens:
Marvel:
- Wolverine
- Iron Man
- Hulk
- Deadpool
- Captain America
- Doctor Doom
- Super Skrull
- Thor
- Dormammu
- X-23
- Spider Man
- M.O.D.O.K.
- Magneto
- She-Hulk
- Storm
- Phoenix
- Taskmaster
- Sentinel
Capcom:
- Ryu
- Morrigan
- Chris Redfield
- Dante
- Felícia
- Chun-Li
- Trish
- Amaterasu
- Viewtiful Joe
- Tron Bonne
- Albert Wesker
- Spencer
- Sir Arthur
- Zero
- Crimson Viper
- Mike Haggar
- Akuma
- Hisien-Ko
Inclusos na versão Ultimate:
- Hawkeye
- Ghost Rider
- Iron Fist
- Nova
- Rocket Raccoon
- Dr. Strange
- Strider Hiryu
- Firebrand
- Frank West
- Vergil
- Phoenix Wright
- Nemesis T-Type

DLCs:
- Jill Valentine
- Shuma Gorath

Gameplay:
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Até a próxima!